Foi uma longa jornada.
Nesse tempo, conhecemos muitas preocupações.
Muitas delas completamente novas.
Outras, nem tão desconhecidas assim, assumiram nova roupagem.
Mas, acima de todas, num primeiro momento, aquilo que mais nos preocupava era: "Onde diabos vamos guardar o Gabriel?".
Até meados de julho, quando ainda morávamos no antigo apartamento, essa era uma questão complicada de se resolver. Não havia muito espaço, as opções eram poucas e qualquer lampejo de criatividade poderia ser útil no momento de criar espaço para nosso bebê. E olha que nós até tentamos. Mas não deu muito certo.
Felizmente, depois disso, mudamos para uma meia-casa de fundos que, apesar de ainda longe de ser um palacete, já era um lugar bem mais confortável a que podíamos chamar de "lar".
Ali havia, sobretudo, espaço.
E um quarto só para o pequeno.
Foi um árduo trabalho, dividido em várias etapas que foram aos poucos sendo superadas antes de que pudéssemos nos dar por satisfeitos.
Primeiro, foi a pintura.
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Depois, a tentativa de começar a dar aquele ar de bebê.
Colamos as faixas nas paredes.
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Tivemos que recolar as faixas (ou alguém aí pensou que tudo daria certo logo de primeira?).
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Quando o ambiente já estava quase pronto, era hora de prender a cortina.

Por fim, foram chegando os móveis: o berço, a cômoda, o armário e a cadeira.
Muito calmamento, tudo foi entrando no lugar, se ajeitando.







E agora (ou pelo menos enquanto as faixas aguentarem coladas às paredes) e os mosquitos invadirem, o pequeno Gabriel já tem o seu espaço, que ficou mais ou menos com essa cara.

parabens pelo trabalho que DEUS abençoe sua familia ,eu tambem estou na batalha de decorar o quarto de um menino
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